domingo, 10 de maio de 2009

Dia das Mães



Hoje, dia 10 de maio de 2009 é comemorado o dia das mães, e como sempre eu com minhas surpresas e habilidades com filmes, não é a toa que sou uma cinéfila de primeira, mas vamos lá, primeiro vamos falar um pouco sobre esse dia. Pra quem não sabe o dia das mães teve sua origem no século XX, uando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.


Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio. Já no Brasil, é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas. E Israel o dia da mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o dia da família em Fevereiro.
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Agora sim, vocês devem estar se perguntando do porquê que as imagens desse filme maravilhoso, "Awake"está fazendo nessa postagem dos dias das mães, bom, Awake (acordado) ou, A vida por um fio, é um filme do Gênero drama, repleto de suspense também, conta a história de um Um jovem precisa passar por um transplante de coração, tendo que enfrentar sua mãe para que possa se casar com a namorada antes da cirurgia.

Começa surpreendentemente bem , filme de estréia do diretor e roteirista Joby Harold. O novato usa a primeira metade de seu filme com competência e certa dose de estilo contido, criando um bom suspense e derrubando de cara o preconceito causado pelas presenças de Hayden Christensen (o inexpressivo Anakin Skywalker da trilogia nova de Star Wars) e a bela Jessica Alba. Arold filma bem e escolheu um ótimo diretor de fotografia para auxiliá-lo. As lentes de Russell Carpenter, de Titanic e True Lies, criam uma atmosfera cheia de texturas e meio envelhecida - algo que gera um interesse especial aos cenários do hospital, onde boa parte do filme transcorre.

Nessa primeira metade descobrimos que o milionário Clay (Christensen), recém-casado com Sam (Alba), tem uma condição cardíaca delicada. Ele precisa de um coração novo, mas seu tipo sanguíneo raro impede que um doador seja encontrado rapidamente. Por outro lado, dessa condição surgiu uma grande amizade com o médico que o salvou depois do primeiro ataque cardíaco, Jack (Terrence Howard, ótimo), o que leva Clay a exigir que ele realize o transplante. Sua mãe dominadora (Lena Olin), porém, não está nem um pouco satisfeita com as escolhas do filho. Ela rejeita a relação dele com Sam, sua assistente, e exige que a cirurgia seja realizada por um cirurgião reconhecido e e de 1° classe (Arliss Howard), cujas mãos "já estiveram no coração de presidentes".

Lá pela metade do filme, quando começa o transplante (filmado com todos os detalhes.), começam também os problemas da história.
A grande justificativa da trama é o fato do protagonista passar por um caso raro, mas real, de consciência durante a cirurgia, compreendendo, paralisado, tudo o que se passa ao redor (e sentido dor, ). Durante essa consciência ele descobre uma conspiração para matá-lo - e não pode fazer nada a respeito. Quem descobrirá a tempo?? quem o salvará??

Agora me perguntam: Onde fica a mãe no meio de tudo isso??? a mãe é uma das peças mais importantes do filme, Clay com a vida em jogo, não vê mais solução para se salvar, não confiou em sua mãe, não quis saber de suas opniões, não queria ouvir o que ela achava que seria melhor para ele, não a ouviu!, mas o mais impressionante e inesperado estava para acontecer em sua vida!! agora para saber, só assistindo né!! já contei mais do que deveria!!!
stella Cinéfila.







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