quinta-feira, 30 de abril de 2009

Copo de Leite e Gueixa.

Copo de Leite.


"Os grandes artistas não têm pátria."(Alfred Musset) "
Pois é, penso constantemente nessa frase, e tenho minha interpretação sobre ela, bom, "cada um interpreta da sua forma."
O verdadeiro, grande artista, independente da sua forma de arte, ele não consegue ter a tal da Pátria, não se prende a um lugar somente, não se apega a coisas que fazem separação entre a vida e arte.
Hoje o que mais tem acontecido de triste em relação a arte é a materialização que é dada pelo próprio país, que imita outros países, só nos dando as coisas que beneficiem o financeiro, o poder e fama. Poderiamos ter no "mundo" varios artistas, sejam músicos, pintores, escultores, desenhistas...etc. Mas essas pessoas trocam sem perceber a arte pelo material, são dominadas, sendo assim, a arte é vista apenas como um hobby naõ como uma profissão. Tem uma frase muito verdadeira: "Toda criança é um artista". Mas a coisa mais díficil para mim, e creio eu que para todos é continuar sendo artista quando cresce, porque realmente é um desafio.
Agora a moda é achar a profissão que dá mais dinheiro, a mais intelectual, a mais prestigiada em meio a sociedade. Pintar, tocar, desenhar são atividades que não tem mais um valor. Já ouvi muitos dizerem: "para que pintar? meu computador faz várias obras de arte" Íncrivel, como essas pessoas conseguem ter tanto sentimento por uma máquina, mais do que para si próprio, se conformam e aceitam a idéia de que a máquina é mais inteligente que eles, além de os deixarem preguiçosos. Apegar-me a esse mundo só afastará meu dom de mim, já me afastei diversas vezes da pintura, já trabalhei com coisas que não tem nada em comun com minha área, já fiquei separada por muito tempo da minha paixão, por causa do prazer material, mas hoje eu posso dizer que dinheiro nenhum vai fazer eu parar de pintar, não me apego a meu país, e ao que ele oferece, pois creio nessa frase " Você só fica mais inteligente, jogando com alguém mais inteligênte", não vou crescer se me submeter as coisas que me aparecem do nada. Procuro conhecer mais e mais as diversas culturas espalhadas no mundo, claro, sem me apegar a elas, só sugo, entendo, compreendo, e vivo pela arte. Sim, trabalho, visto, como, ouço, viajo, brinco, mas nunca deixarei que tirem de mim a arte de pintar. "Nunca"

Frase Suprema:
"É monstruoso dizer-se que o artista não serve a humanidade. Ele foi os olhos, os ouvidos, a voz da humanidade. Sempre foi o transcendentalista que passava a raios X os nossos verdadeiros estados de alma."(Anais Nin)

Copo de leite: ano 2004, 70X40, óleo sobre tela
Gueixa: ano 2008, 50X20, óleo sobre tela.

Stella Cinéffila


























Rio das Pedras




Rio das Pedras

"Não é divertido ser artista. Beethoven, Van Gogh, todos eles: se tivessem psiquiatras nós não teríamos esses gênios."(John Lennon)

John Lennon, me surpreende muito, me dá até medo as vezes. Esse homem não pe brincadeira não, só acho que ele deveria tomar alguns cuidados com algumas de suas frases, "não essa" mas algumas outras que não me agradam muito. Bom gente, hoje escolhi essa frase Do Mr. Lennon, amo sua arte da música e achei essa frase bem forte, dentro dela há críticas, verdades, contraversias e muitas outras incógitas. Mas, o que ficou mais claro pra mim foi que todo artista é independente, e a loucura é sua chave. não vou me aprofundar no assunto, pois é legal cada um ter sua interpretação sobre a frase.

Quadro 90X80. Ano: 2005, óleo sobre tela

Stella Cinéfila.

Poesia na Janela

Poesia na Janela

"A pintura é mais forte que eu, sempre consegue que faça o que ela quer."(Pablo Picasso)
Pois é, Pablo Picasso está certíssimo, dá até raiva de tão certo que ele está. Penso em pintar de um jeito, mas acaba saindo do jeito que a pintura quer, nem adianta lutar contra ela, a alma não deixa, tudo flui naturalmente. Ela Sempre vence!!
Na minha opnião os quadros, pinturas, esculturas, são os únicos objetos materiais que possuem algo interno, possui vida, expressão, parece que falam conosco.
Quando olhamos para um espelho, vemos a nossa imagem refletida, apenas a imagem, mas quando olhamos para uma obra de arte vemos nossa alma, conseguimos ver além da aparência,
Por isso que acho de extrema importância uma coisa
somente: Quando alguem compra alguma obra que fiz com tanto sentimento e vontade, eu espero que seja porque desejam aprender algo com ela e não porque ela vai combinar com os moveis, ou com o estofado. Pois uma imagem, quando há sentimento em seus traços, ela vale mais que mil palavras.
Por esse motivo acredito no que Horácio disse, e assino em baixo: "Uma pintura é um poema sem palavras. Essa pintura, essa janela é simplismente uma poesia. (Quadro 60X30, óleo sobre tela, ano: 2005)
Stella Cinéfila

Golfinhos

Golfinhos


"Todos os artistas têm em comum a experiência da distância insondável que existe entre a obra de suas mãos, por conseguida que seja, e a perfeição fulgurante da beleza percebida no fervor do momento criativo: o que conseguem expressar no que pintam, esculpem ou criam é só um tênue reflexo do esplendor que durante uns instantes brilhou ante os olhos de seu espírito."(Papa João Paulo II)
Esses golfinhos, foram pintados com um amor íncrivel, para conseguir passar a harmonia entre eles, tive muito cuidado com as cores, pois todas deveriam se comunicarem para dar o realismo e a naturalidade devida. A cor Magenta, azul cobalto e azul celeste ajudaram a dar uma quebrada no azul total da tela. Esse quadro, foi pintado com muita alegria e prazer, os Golfinhos representam o amor, a mão amiga, a paz e alegria. Pintar este quadro realmente foi algo extraordinário.
(Quadro:40X30-óleo sobre tela, ano: 2008)


Jethro Tull




Hoje uma homenagem a Banda de Progressivo Jethro Tull.
A banda Jethro Tull foi formada em Blackpool entre 1967/1968.
Sua música é marcada pelo estilo vocal cheio de maneirismos, melodias harmoniosas e o trabalho único na flauta de seu líder Ian Anderson, além de uma complexa e pouco usual construção musical. Seu estilo incorpora elementos de música clássica e celta, assim como do rock alternativo e do art rock. Entretanto, é difícil especificar quais artistas tiveram influência direta ou foram influenciados pelo Jethro Tull. Mais do que qualquer outra banda, sua música permanece à parte do restante do rock.
A princípio a banda passou por inúmeras mudanças de nome para conseguir mais shows. Jethro Tull foi o que acabou ficando depois que conseguiram um contrato com uma gravadora (o nome vem do agricultor Jethro Tull que inventou a semeadeira). Os empresários então sugeriram que Abrahams assumisse os vocais e a guitarra e que a flauta fosse eliminada, relegando Anderson ao piano rítmico. Depois de uma sucessão de compactos mal sucedidos, eles lançam This Was em 1968, altamente influenciado pelo blues e composto por Anderson e Abrahams.
Abrahams deixou o grupo, preferia continuar tocando blues, que Anderson taxava de estilisticamente limitado e de vocabulário restrito aos ingleses de "classe média"). Depois de uma série de audições (ao contrário de rumores, tais audições não contaram com Tony Iommi do Black Sabbath, que na verdade só concordou em aparecer no Rock'n'Roll Circus dos Rolling Stones para tocar "A Song For Jeffrey"), o ex-integrante das bandas Motivation, Penny Peeps e Gethsemane Martin Barre foi contratado como o novo guitarrista. Barre se tornaria o segundo integrante mais antigo da banda depois de Anderson.
Ao longo dos tempos Jethro Tull Passou pelo rock Eletrônico e Folk Rock, mas o Rock Progressivo sempre foi o forte da banda.
O Tull voltou mais forte do que se poderia esperar com Crest of a Knave em 1987.Com a ausência de Vettese (Anderson contribuiu com a programação dos sintetizadores) e se firmando mais na guitarra de Barre como não acontecia desde os anos 70, o álbum acabou sendo um sucesso de crítica e de vendas.
Eles ganhariam um Grammy em 1989 como melhor "Performance de Rock Pesado/Metal", derrotando os favoritos Metallica. O prêmio foi particularmente controverso pois muitos não consideram o Jethro Tull como uma banda de rock pesado, muito menos de heavy metal. O fato de este ser o primeiro Grammy dado ao rock pesado foi visto pelos fãs do estilo como um insulto (depois disso, e talvez por culpa disso, nos anos seguintes prêmios separados seriam entregues aos melhores do rock pesado e do heavy metal). Em resposta às críticas pelo prêmio, a banda supostamente pagou um anúncio em um periódico musical britânico com a frase "A flauta é um instrumento de metal pesado.".O estilo de Crest foi comparado ao dos Dire Straits, em parte por Anderson, que parecia não mais ter o alcance vocal de antes.
Desde então a banda têm lançado uma variedade de álbum de estilo similiar à Crest, mas também incorporando mais influências folk. O mais notável é A Little Light Music, de 1992, um álbum em grande parte acústico que foi bem recebido pelos fãs devido à suas versões diferentes de muitas composições antigas.
Anderson lançou vários discos solo desde o começo dos
anos 80 e nos anos 90 Barre também deu início a uma carreira solo. Anderson e Barre permaneceram como o centro da banda (Peggy finalmente saiu em 1995, sendo substituído por Jonathan Noyce). Em 1996 uma combinação de artistas de rock progressivo lançaram um tributo ao Tull, To Cry You a Song, que incluía contribuições de diversos ex-integrantes da banda.
A banda entrou no
século XXI e continua a lançar álbuns inéditos com o passar dos anos. Neste princípio dos anos 2000 a voz de Anderson parece estar retomando um pouco do seu alcance de antigamente.
a banda também teve umas mudanças em sua formação, hoje: Ian Anderson (1968-presente) (gaita, violão, guitarra, flauta, mandolin, vocais) Martin Barre: 1969- (guitarra, flauta) Doane Perry: 1984-(bateria) Andrew Giddings: 1991- (teclado) Jonathan Noyce: 1995- (baixo).
Discografia:

Álbuns de estúdio
This Was (1968)
Stand Up (1969)
Benefit (1970)
Aqualung (1971)
Thick as a Brick (1972)
A Passion Play (1973)
War Child (1974)
Minstrel in the Gallery (1975)
Too Old to Rock 'n' Roll: Too Young to Die! (1976)
Songs from the Wood (1977)
Heavy Horses (1978)
Stormwatch (1979)
A (1980)
Broadsword and the Beast (1982)
Under Wraps (1984)
A Classic Case(1985) (álbum orquestral cover)
Crest of a Knave (1987)
Rock Island(1989)
Catfish Rising (1991)
Roots to Branches (1995)
J-Tull Dot Com (1999)
The Jethro Tull Christmas Album (2003)
Referências na cultura popular
Na série infantil brasileira A Turma da Garrafinha, o personagem Musicão aparece na maioria das vezes cantarolando o riff de 'Aqualung'.
Em um episódio da série
Friends, Phoebe revela que possui um caderno aonde anota todos os homens com quem já saiu. Uma das anotações é Jethro Tull - fica implícito que ela saiu com a banda inteira.
No filme
Armageddon, o personagem de Owen Wilson, Oscar, ao ser perguntando pelo psicológo sobre qual era a coisa que mais o irritava, diz que é "gente que acha que Jethro Tull é o nome de um dos membros da banda".
Em um episódio da série
Everybody Loves Raymond, é revelado que Robert fugiu de casa para ver um show do Jethro Tull, e, após ficar bêbado, ficou "disposto a bater em qualquer um que não concordasse que 'Bungle in the Jungle' era a melhor música já feita".
Na música Samba do Approach,
Zeca Baleiro diz: "Já fui fã do Jethro Tull, hoje me amarro no Slash".
Na série de TV That 70s Show, o personagem Steven Hyde frequentemente usa camisas de bandas da época, e em alguns episódios ele aparece com a camisa da banda.
Bom Gente, gosto muito do heavy metal, hard Rock, blues, o bom e velho rock'n' roll, mas essa banda de progressivo é de mais, adoro ouvi-la, os caras são bons mesmo. Recomendo a todos, vale a pena baixar os albúns.
Stella Cinéfila.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Estrada para as Montanhas

Estrada Para As Montanhas

"A arte é a contemplação: é o prazer do espírito que penetra a natureza e descobre que ela também tem uma alma. É a missão mais sublime do homem, pois é o exercício do pensamento que busca compreender o universo, e fazer com que os outros o compreendam."(Auguste Rodin)

Estrada para as montanhas, esse quadro que fiz é antiguinho, ano de 2004. Pintar paisagem, natureza, o campo, é como pintar a vida! nesse quadro criei um lugar calmo, tranquilo, com bastante cores verdes e harmoniosas. Bom, mas claro que quem morou ou mora no interior, no campo, fazenda ou simplismente ama esses lugares, se indentifica mais rápido.

Quando Fiz esse quadro, pensei logo na minha vózinha que mora no interior, pensei num lugar perfeito não só para ela, mas para mim também que tenho raízes interioranas. Tentei deixar o lugar cada vez mais parecido com "Maracaí", as cercas em volta da casa, as folhagens atras da casa, o céu bem azul com nuvéns bem branquinhas, a casinha que dá um charme enorme ao quadro, bem típica e tradicional. Mas a estrada que segue em direção as montanhas, essa estrada é a incognita do quadro, não só para quem o avalia, mas para mim mesmo que o pintei. Quando terminei de pinta-lo olhei logo para o quadro e a estrada me chamou a atenção, fiquei imaginando:

- Onde este caminho vai dar? aonde ele pode nos levar??...bom, imaginei logo as montanhas e os vales além das montanhas! ao contrário da minha vózinha Nenzita e outras pessoas que o avaliaram e imaginaram outra coisa. Bem, vai e cada um mesmo com sua imaginação, cada uma com sua personalidade e pessoa, vê o que está na alma. (Quadro 60X50, óleo sobre tela, ano 2004)

Stella Cinéfila

Rainha das Águas!

"A arte alimenta-se de ingenuidades, de imaginações infantis que ultrapassam os limites do conhecimento; é ai que se encontra o seu reino. Toda a ciência do mundo não seria capaz de penetrá-lo."(Loinello Venturi)

Esse quadro, me deu trabalho...!! Rainha das águas porque é uma égua lindissima, que se torna rainha porque não teme atravessar o rio, com ousadia e coragem a rainha das águas ultrapassa sem medo as correntezas e limites que são impostos a ela. Esse quadro tem um significado enorme em minha vida, ao pinta-lo tive a oportunidade de expressar tudo que estava passando não só em minha mente, mas em minha vida e sentimentos. Pena que não há, como explicar a mente de um artista nem seus sentimentos com palavras. (Quadro 80X60, óleo sobre tela- Ano 2005)
Stella Cinéfila.

Parque Ibirapuera




Parque Ibirapuera, dia maravilhoso, pessoas maravilhosas, lugar maravilhoso!!
bem, Foi inaugurado em 21 de agosto de 1954 para a comemoração do aniversário de 400 anos de fundação da cidade de São Paulo.
O projeto teve a participação do renomado arquiteto Oscar Niemeyer em parceria com o famoso paisagista Roberto Burle Marx. Por ocasião da inauguração, a Comissão Executiva do IV Centenário era presidida pelo poeta Guilherme de Almeida.
Atualmente quem passeia por lá pode escolher entre suas diversas atrações, entre elas o Museu de Arte Moderna (MAM), o Pavilhão da Bienal, a Oca, o Pavilhão Japonês, o Planetário e o Viveiro. Além disso há várias áreas para atividades físicas, ciclovia, 13 quadras e playgrounds. E a entrada de cães é permitida.
Quando levamos, amigos, familiares fica muito melhor e mais divertido!! agradeço a todos pelo passeio que nunca me esquecerei, São Paulo é maravilhoso, e fica mais ainda quando existem amigos maravilhosos, como vocês!! pessoal Batista do XV de Novembro.

Ferris Bueller's Day Off


"Life moves really fast. If you don´t stop to look around once in a while, you can miss it".
Ou, para quem viu a versão dublada na sessão da tarde: "A vida passa muito depressa. Se não paramos para curti-la, ela escapa por nossas mãos".
Em "Curtindo a Vida Adoidado", o protagonista Ferris Bueller consegue um dia perfeito: matar aula com a namorada e o melhor amigo para passear pela cidade numa Ferrari e... fazer o quê? "A pergunta não é o que vamos fazer, mas o que não vamos fazer". Eles só fazem coisas legais, de um jeito que causa inveja a qualquer adolescente - e, mais ainda, a quem há tempos já saiu da escola.
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Bom, filme de 1986, dirigido por John Hughes e Matthew Broderick(Ferris Buller) no elenco. título original: Ferris Bueller's Day Off, foi um grande referencial para minha vida...um filme clássico, que com certeza quem teve uma adolescência legal e soube aproveitá-la irá se identificar com o filme.
Claro, algumas pessoas criticam o filme pelo fato de acharem que ele incentiva o adolescente a matar aula, mentir para os pais e etc...!, mas o conteúdo que o diretor John Hughes, quis passar para os adolescentes era bem mais profundo. Ferris Buller e seus amigos ganharam uma grande lição de vida, matano aula!! é, isso mesmo!!...Ferris vive aventuras do qual poderia levar uma vida inteira para conseguir, Ferris viveu como se fosse o último dia de sua vida, o que mais achei legal no filme, que serviu como um incentivo, não só para mim, mas creio eu que para todos os adolescentes, foi ver Ferris com seus amigos indo ao "Museu", também a um restaurante, em vez de uma festinha qualquer.
Ferris reatou até a amizade perdida com a própria irmã. Seu amigo medroso,Cameron Frye(Alan Ruck ) deixou seus medos e se tornou uma pessoa totalmente diferente, mais corajosa, animada e compreensiva.
Pois é, Curtindo a vida adoidado(Ferris Bueller's Day Off) é um filme maravilhoso, quem não viu ainda, não sabe o que perde!...adoro me identificar com a pessoa de Ferris Buller. E quem não gostaria??
Stella Cinéfila